2 de março de 2010

VILA DOS MORTOS




QUANDO O OUTRO LADO É APENAS UM PONTO DE VISTA
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Espetáculo de formatura Dez/2009 da Escola de teatro Puc Minas.
Com processo colaborativo e trabalhos realizados durante todo o ano de 2009. Leitura dramática, escolhas dos textos, estudo de mesa, mapeamento da personagem, sabatinas, ensaios gerais, ensaio aberto, pré-estréia, estréia, temporadas...
O espetáculo teve boa repercussão na mídia e com público durante o ano de 2009.

Em Janeiro de 2010 fizemos uma temporada de 3 semanas com algumas modificações, mas mantendo a presença sensorial do intérprete. Com criação compartilhada, em cenário, figurino, iluminação e trilha sonora.

São sete histórias de pessoas simples, que se cruzam na rua de um bairro qualquer de Belo Horizonte. Todos os personagens possuem em comum o fato de terem vivido dramas provocados por fatalidades.
Em cena vinte e três atores se concentram em mostrar o outro lado da vida.
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Leia a critica da jornalista Janaína Cunha em sua coluna HOLOFOTE que esteve na estréia da peça na temporada passada, em Set/2009.

NOVA PROPOSTA

Amanhã tem mais uma sessão de Vila dos mortos, no Teatro da PUC (Rua Sergipe, 790, Funcionários), às 20h30. A montagem da Escola de Teatro da PUC/MG tem méritos que a tornam uma experiência curiosa para a plateia. Situação rara no teatro mineiro e nacional, o argumento leva para cena elementos do realismo fantástico, com ótimos resultados. A partir de seis histórias, que em algum momento se encontram, a trama revela as muitas maneiras como as pessoas se relacionam com seus mortos. A bem da verdade, trata das perdas. Algumas inesperadas, outras nem tanto. E da maneira como é possível lidar com elas, com mais ou menos habilidade.

O cenário é outro ponto importante da montagem. Bem resolvido e com inspiração em linguagem cinematográfica, ajuda na dramaturgia. Cada uma das histórias é apresentada de forma clara e favorece o entendimento do texto. Pela complexidade do que é proposto, facilmente a trama poderia se embaralhar, mas, com ajuda dos objetos e da estrutura da montagem, a narrativa ganha força em cada núcleo em movimento.

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VILA DOS MORTOS NA TV - Temporada Jan/2010.
Programa Agenda - Rede Minas


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Aguarde.
Vila dos Mortos continua.

28 de fevereiro de 2010

Pra você guardei o amor.







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”O amor que vive em mim vem .
O amor que tive e recebi.
E hoje posso dar livre e feliz...”


Sim.
Desde que eu te vi.
Eu te quis.
Mas estava tão longe num outro lugar.
Estava em toda a multidão.
Sendo muito e tendo pouco.
Pouco diante do muito que estava pra acontecer.

E sob o céu limpo de um lugar mágico você me viu.
Viu um mundo em meu olhar.
E sob o céu coberto de estrelas de pirinpinpim.
Nós nos encontramos.
E sem imaginar que ali a porta do nosso amor estava se abrindo.

Paro pra pensar como isso aconteceu.
Porque você? Porque eu?
Não existia procura.
Não existia espera.
Aconteceu.

Destino.

Penso também... Porque não te vi antes.
Agora.
Tinha que ser.

Bem mais que o tempo que nós perdemos.
Ficou pra trás também o que nos juntou.

Na minha bagagem...
Muitas historias, lágrimas, sorrisos, poesias e flores.
E pra você somente flores.

Foi difícil abrir o coração.
Mas quando percebi, ele já tinha sido roubado.
Foi difícil dizer... Eu te amo.
Medo do poder dessa palavra.
Medo das conseqüências que ela iria trazer.
Mas, resolvi arriscar.
Porque quando eu percebi já estava de mãos dadas.

Você acalma meu coração.
E o meu coração é seu lar.

Petit.
24/02/2010

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23 de fevereiro de 2010

Caminho.



"É preciso força pra sonhar e perceber que a estrada vai além do que se vê".


A gente vai andando e às vezes nem percebemos por onde estamos passando.
Ter a certeza de onde vamos chegar ajuda os passos serem mais firmes.
Arrisque.
E ela parou pra pensar.. Onde quero chegar?
E percebeu que a estrada estava ali adiante, que não tem final e que o caminho era diferente.
O medo foi um aliado a comodidade, e a vontade de querer mais, ficava apenas no querer.
É preciso ter coragem para não se acostumar.
Ela resolveu sair do percurso.
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